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  • Joana Ferrão 4:22 pm em June 13, 2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , Paul Larcombe, , , , Warwickshire   

    Concelho de Warwickshire 

    Warwickshire

    Introdução

    O Observatório de Warwickshire é um repositório de informação sobre Warwickshire e os seus residentes. O seu objectivo é ser um centro de excelência em pesquisa, recolha de dados e análises, contribuindo para que a criação de leis no sector público seja devidamente apoiada em factos.

    O Observatório desenvolve trabalho de e em parceria com um vasto leque  de clientes e organizações parceiras um pouco por todo o Concelho. Paul Larcombe é o Director de Sistemas de Informação Geográficos (SIG) e explica que, apesar de o Observatório ter usado SIG no passado, só recentemente desenvolveu um Sistema de Informação Local.

    “Descobrimos que estávamos a receber mais questões do público e estava a ser difícil e moroso para nós encontrar as respostas. Decidimos por isso que um Sistema de Informação Local ajudaria as pessoas a encontrar a informação elas mesmas,” diz ele.

    O começo do projecto

    A equipa analisou vários fornecedores mas decidiu optar pelo software de mapas interactivos InstantAtlas, que foi comprado conjuntamente com o Concelho de Coventry. O pedido de financiamento foi aprovado e a equipa começou a desenvolver um Sistema de Informação Local. Este financiamento também contemplou a compra dos Data Packs OCSI .

    “O Sistema de Informação Local está a ser desenvolvido mas o foco têm sido os relatórios dinâmicos, bem como os dados que temos on line e que sustêm o JSNA (Joint Strategic Needs Assessment),” diz Paul.

    De encontro às necessidades

    O Observatório usou relatórios dinâmicos para apresentar alguns dos resultados do questionário Quality of Life, e a última versão deste relatório recebeu, inclusivamente, um prémio LARIA Research Impact  para o Melhor Uso de Dados Públicos 2013. O questionário utiliza uma grande variedade de indicadores económicos, sociais e do meio-ambiente para identificar problemas que estejam afectando a qualidade de vida dos residentes de Warwickshire. Os relatórios estão a dar aos utilizadores uma ferramenta de referência acessível para ver como o nível da qualidade de vida em Warwickshire e nos seus 5 distritos está mudando e também comparar este nível ao resto do Reino Unido.

    “O feedback tem sido muito bom e conseguimos fazer chegar os relatórios a muitas organizações parceiras. Temos feito, inclusive, apresentações aos Clinical Commissioning Groups. Eles gostam do facto de poder fazer o download dos dados e dos mapas para os incluir nos seus relatórios.”

    Paul diz que todos os que utilizaram os relatórios gostaram e que para um observatório pequeno já é muito popular entre um grupo de utilizadores. “A nossa intenção agora é pôr as pessoas a utilizar os relatórios InstantAtlas Desktop e mantê-los interessados o suficiente para que se queiram envolver no projecto,” diz Paul.

    Planos para o Futuro

    O Observatório tem desenvolvido um servidor de teste ao mesmo tempo que mantém o servidor actual online, para alinhar o conteúdo com os dez objectivos estratégicos do Concelho. Isto tem como objectivo final transferir os dados para o Servidor InstantAtlas, o que vai ajudar a equipa a actualizar dados automaticamente. “Uma vez inaugurado o novo servidor, vamos analisar novamente a dimensão dos dados que estão disponíveis. Um dos projectos prioritários na lista é trabalhar com a equipa de recolha do lixo para publicar mais informação na zona de acesso público,” conclui Paul.

    reducing-health-inequalities-atlas-warwickshire

    Benefícios Chave

    • As organizações parceiras têm acesso a toda informação num só sítio
    •  Perde-se menos tempo à procura de dados para responder a questões e usa-se o mesmo noutros projectos
    • Há uma maior consistência na qualidade dos dados
    • A ferramenta de transferência de dados vai permitir carregar dados com menos recursos
    • Os utilizadores têm acesso a versão mais actual dos dados
     
  • Joana Ferrão 12:51 pm em May 28, 2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , , , ,   

    Visualização de dados com InstantAtlas no Distrito Metropolitano de Tameside 

    Tameside-Banner_PT

    Introdução

    O Distrito metropolitano de Tameside  abrange nove cidades situadas entre Manchester e o Peak District. O Distrito dá muita importância à parceria e trabalha em estreita colaboração com organizações locais.

    O Distrito faz parte do Tameside Strategic Partnership que junta diversos parceiros, desde o sector público, privado, voluntário e comunitário, para acordar objectivos e prioridades. A parceria inclui a Polícia, serviços de saúde, o Colégio de Tameside e o Greater Manchester Probation Trust. Para que os parceiros entendessem melhor as necessidades locais, foi desenvolvido um Portal de Informação da Parceria.

    O Começo do Projecto

    Jody Stweart, Directora de Políticas, Performance e Melhoramento Corporativo no Distrito diz que por muitos anos foi produzida uma publicação chamada Qualidade de Vida (Quality of Life) que incluía determinadas estatísticas sobre o Distrito. “O maior desafio era que os dados ainda estivessem actualizados quando publicássemos o relatório,” diz Jody. “Então decidimos produzir uma versão online que permitisse às pessoas fazer comparações sem se remeterem a publicações anteriores.”

    O Distrito trabalhou em estreita parceria com InstantAtlas para desenvolver um Sistema de Informação Local chamado Portal de Informação da Parceria (Partnership Information Portal). Os dados foram agrupados de acordo com 6 objectivos estratégicos para a comunidade que são: suporte, prosperidade, educação, atractividade, segurança e saúde. As estatísticas cobrem diversos temas, incluindo dados demográficos, metas educacionais, saúde, emprego e opinião pública. Os OCSI Data Packs também estão incluídos.

    De encontro às necessidades

    “Lançámos o Portal em 2009, que é de livre acesso,” diz Jody. Este, fornece acesso fácil a estatísticas e indicadores de diferentes níveis geográficos no Distrito e ajuda os utilizadores a saber mais acerca de Tameside, consultando mapas, gráficos e tabelas interactivos.

    Há uma funcionalidade no website que permite dar opinião sobre o mesmo e a Jody diz que os residentes têm lá manifestado o seu apoio. Os dados têm sido acedidos desde a Housing Association por uma vasta gama de usuários, desde investigadores, bombeiros, polícia e serviços de saúde. O Portal também tem áreas restritas o que permite aceder a dados que não estão disponíveis ao público em geral.

    O Portal está a ser utilizado de várias maneiras, por exemplo, para criar perfis de área para programas que requerem uma análise detalhada de demográficas. É também utilizado para fornecer informações sobre licitações, bem como entrega de serviços e design.

    Jody e a sua equipa utilizam o Portal para assegurar uma prestação eficiente de serviços. “Podemos fazer isto muito facilmente para cada bairro sem ter de fazer análises separadas,” diz. “O Portal é usado em conjunto com uma ferramenta personalizada de segmentação de clientes; juntos fornecem informação muito útil.”

    Planos para o futuro

    Os planos para o futuro incluem a expansão dos perfis dos distritos para permitir a inclusão de mais conjuntos de dados, para que se obtenha uma fonte de informação local mais complexa. A inclusão de perfis do Children’s Centre para fornecer uma visão do que se passa na prestação de serviços sociais e de saúde em cada centro está também nos planos. Haverá também uma secção no portal intitulada ‘Have Your Say’ para encorajar os leitores a darem a sua opinião.

    PiP-Portal-Tameside

    Benefícios Chave

    • Menos tempo dispendido a responder a questões – o Portal permite aos usuários obter sozinhos.
    • Os dados podem ser vistos em mapas e em tabelas, o que ajuda os usuários a interpretá-los.
    • Ser capaz de alternar entre o tipo de geografia e a data para cada conjunto de dados é uma funcionalidade muito importante.
    • Os perfis permitem aos usuários ter acesso a estatísticas chave muito rapidamente.
    • Os dados podem ser descarregados em folhas Excel e facilmente partilhados com colegas de trabalho.
    • Todos os parceiros estão agora a utilizar os mesmos dados, garantindo que os resultados são iguais.
    • Poupança de tempo: os dados são automaticamente actualizados o que por sua vez actualiza os perfis dos distritos.
     
  • Joana Ferrão 11:05 am em May 21, 2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , deficiência, , , ,   

    Comissão de Qualidade e Segurança da Nova Zelândia 

    HQSC

    Contexto

    A Comissão de Qualidade e Segurança da Nova Zelândia (New Zealand’s Health Quality & Safety Commission, em Inglês) foi criada para assegurar que todos os Neozelandeses tivessem os melhores cuidados de saúde e à pessoa com deficiência tendo em conta os recursos disponíveis. O seu raio de acção é muito abrangente e inclui: providenciar aconselhamento ao Ministro da Saúde em como a qualidade e segurança na prestação de serviços de suporte à saúde à pessoa com deficiência podem ser melhorados; conduzir e coordenar melhoramentos na segurança e qualidade da prestação de cuidados de saúde; identificar indicadores chave de saúde e segurança (tais como acidentes que resultem em lesões ou morte) para informar, reportar e monitorizar melhoras na segurança e qualidade, incluindo o cumprimento em relação a metas nacionais.

    Catherine Gerard é analista sénior em Qualidade e Avaliação da prestação de cuidados de Saúde na Comissão. Trabalha com Richard Hamblin no Atlas Neozelandês das Variações nos Cuidados de Saúde e também no desenvolvimento de medidas de qualidade e segurança.

    O Começo

    Na Nova Zelândia, o Ministro da Saúde é responsável pela recolha de dados sobre saúde e à pessoa com deficiência a nível nacional. Uma grande quantidade de dados é recolhida e os tópicos abrangidos incluem: eventos hospitalares, farmacêuticas, serviços de maternidade, testes de laboratório, registos de saúde mental e registos de cancro.

    A Comissão combina todos estes dados para identificar variações em áreas e tópicos seleccionados e analisa-os para os expor em apresentações direccionadas a diferentes partes interessadas (tais como profissionais de saúde, gestores, planeadores, gestores de fundos hospitalares e investigadores). A comissão escolheu InstantAtlas por ser o software de mapas online a garantir a melhor ferramenta de apresentação online para realçar as variações.

    “A ideia era apresentar os dados aos utilizadores de uma forma interactiva”, diz Catherine. “A maneira segundo a qual os dados nacionais têm sido apresentados ao longo do tempo não tem sido a mais simples.”

    De encontro às necessidades

    O Atlas Neozelandês das Variações nos Cuidados de Saúde mostra agora mapas fáceis de consultar, gráficos, tabelas e comentários que realçam as variações por área geográfica e uso de informação de serviços específicos de saúde.

    O Atlas foi desenhado para estimular o debate sobre como as variações existem ao invés de fazer julgamentos sobre qual seria o resultado ou nível ‘ideal’ da prestação de serviços, com o objectivo de os melhorar. As áreas a analisar no Atlas são escolhidas por um grupo de especialistas clínicos e consumidores, baseadas numa lista de critérios tais como incapacidade causada pela doença, o potencial para modificar e identificar variações, a oportunidade para reduzir desigualdades, e o alinhamento com iniciativas já existentes de melhoramento de qualidade e programas de trabalho nacionais.

    Catherine diz: “Ter profissionais de saúde envolvidos fez sempre parte da nossa abordagem e o Atlas tem-lhes dado uma nova perspectiva daquilo que na prática está a acontecer,” diz. “É uma boa maneira de apresentar dados nacionais interactivamente e de ter pessoas envolvidas, ajudando-as a absorver o conteúdo rapidamente.”

    HQSC-Cardiovascular-Atlas

    Desenvolvimentos Futuros

    A Comissão está a considerar uma maneira de apresentar variações a nível regional. “ Em alguns dos nossos dados há uma variação geográfica limitada mas ao mesmo tempo consistente. É importante mostrar isto não dando demasiada ênfase à variação regional,” diz Catherine. “ Vamos continuar a desenvolver novos atlas ao longo dos próximos anos e planeamos continuar a adicionar domínios e melhorar o que já temos.”

    Benefícios Chave

    • O Atlas Neozelandês das Variações nos Cuidados de Saúde está a ajudar a Comissão a realçar a variação na provisão de cuidados de saúde a um nível regional.
    • A apresentação visual de dados tem sido útil a um grande leque de utilizadores.
    • Está a ajudar a estimular questões e debates sobre os cuidados de saúde necessários a este nível.
    • A apresentação interactiva ajuda os utilizadores a interpretar rapidamente uma grande quantidade de dados.
    • O Atlas providenciou um foco para um programa de trabalho que vai continuar a provocar debates sobre a prestação de cuidados.
     
  • Joana Ferrão 2:04 pm em May 20, 2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , Japão, , , , ,   

    Instituto Doutoral de Políticas baseadas em Evidências (Japão) 

    EBP

    Contexto

    O Instituto Doutoral de Políticas baseadas em Evidências (‘Doctoral Institute for Evidence Based Policy’, em inglês) é o revendedor oficial InstantAtlas no Japão e trabalha com várias universidades, ajudando-as na visualização de dados. A equipa inclui um membro especialista em Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e ajuda clientes, extraindo grandes quantidades de dados e apresentando-os em mapas e relatórios. Um dos clientes do Instituto é a Universidade Nihon Fukushimi. Um académico da Universidade sugeriu ao Instituto que analisasse o produto depois de ter estado presente numa conferência no Reino Unido, onde viu a aplicação InstantAtlas em acção.

    Naomi Kawakami, consultora no Instituto, diz que o trabalho feito para as Universidades envolve pegar em dados em bruto e apresentá-los em formato de mapa. A equipa utiliza programas de SIG para agregar e manipular informação espacialmente e depois apresentá-la em mapas, que são normalmente convertidos em PDF e imagens. Contudo, a equipa reconheceu a necessidade de apresentar os mapas noutro formato, preferencialmente interactivo e online, que permitisse aos clientes explorar a informação. “Quando descobrimos InstantAtlas concluímos que nos permitiria produzir visualizações de dados interactivas com poucos recursos, ideal para clientes com um orçamento limitado,” diz.

    O começo

    Naomi e a sua equipa estão familiarizados com software de Sistemas de Informação Geográfico (SIG) e por isso criar os ficheiros de dados revelou-se muito simples. Por outro lado, verificaram também que para aqueles que não tinham conhecimento específico em SIG, a facilidade de manuseamento se mantinha. A possibilidade de escrever na sua língua materna (Japonês) e de personalizar cada um dos relatórios revelaram-se as maiores vantagens trazidas pela utilização do software InstantAtlas. “Isto para nós fez uma grande diferença,” diz Naomi. “Significa que podemos criar relatórios com muita facilidade utilizando uma interface em Japonês.”

    De encontro às necessidades

    O Instituto está a criar relatórios InstantAtlas para os seus clientes, que dizem que os mesmos lhes permitem uma análise completamente diferente dos dados. “Os relatórios permitem aos nossos clientes visualizar os dados; a compreensão dos mesmos é também facilitada, quando comparada à análise de uma tabela ou gráfico. Fica também mais fácil fazer comparações com diferentes áreas geográficas,” diz Naomi.  “Um os nossos clientes universitários está muito impressionado com a qualidade dos mapas, gráficos e tabelas dos relatórios InstantAtlas, bem como com o elemento de visualização interactiva.”

    Naomi acha que a promoção da visualização de dados pode fomentar iniciativas de partilha de dados no Japão. “O Governo Japonês recolhe uma grande quantidade de dados que não são partilhados significativamente. Ao utilizar ferramentas efectivas de partilha, esperamos que esta seja incentivada.”

    Desenvolvimentos futuros

    Assim como melhorar a publicação de dados estatísticos recolhidos ou tratados por diferentes agências administrativas no Japão, um dos desejos do Instituto é fazer parceria com empresas do sector privado que trabalhem com sistemas de suporte de gestão de saúde. O Instituto quer que InstantAtlas seja a ferramenta de eleição no que toca à visualização de dados.

    Preventative-Care-Web-Atlas

    Benefícios Chave

    • O Instituto está a oferecer aos clientes uma ferramenta de visualização de dados muito simples de utilizar e de fácil personalização, indo de encontro às necessidades de cada um.
    • As traduções deixaram de ser necessárias, já que InstantAtlas cria relatórios em Japonês.
    • A análise dos dados é mais profunda e o entendimento dos mesmos, mais fácil.
     
  • Joana Ferrão 10:00 am em April 24, 2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , , diabéticos, , , mapeamento interactivo, ,   

    Diabetes UK 

    Diabetes UK

    Contexto

    A Diabetes UK é uma instituição de caridade que cuida, interliga e faz campanha por todos aqueles afectados com diabetes ou em risco de a desenvolver. Há actualmente 3.8 milhões de pessoas a viver com a doença no Reino Unido, incluindo uma estimativa de 850.000 pessoas que vivem com Diabetes Tipo 2 desconhecendo que a têm. A instituição de caridade está empenhada em garantir que os doentes com diabetes não só recebam cuidados de elevada qualidade independentemente de onde vivem mas que também saibam que cuidados esperar.

    A Diabetes UK insiste que fazer todos os testes, ver os profissionais de saúde certos e compreender a doença é vital para a boa manutenção da mesma. Para ajudar as pessoas com diabetes a ver qual o desempenho dos serviços que recebem, a instituição compilou uma lista de 15 cuidados de saúde essenciais para diabéticos, que devem ser prestados em cada área. Esta campanha é parte de uma iniciativa chamada Diabetes Watch e pretende realçar os serviços com mais qualidade, dando exemplos dos mesmos, e identificar aqueles que necessitam de melhoramento.

    O Administrador de Politicas de Saúde, Gavin Terry, diz que Diabetes Watch foi criada para avaliar e monitorizar a entrega efectiva de serviços e prestação de cuidados, em áreas distintas, aos doentes diabéticos, e uma consequencia directa do compromisso da Diabetes Watch em garantir que as pessoas diabéticas recebam cuidados de saúde excelentes.

    A Diabetes UK levou a iniciativa mais além, adicionando uma ferramenta interactiva de mapeamento, que usa dados a nível nacional para identificar lacunas na prestação de serviços, um pouco por todo o país. Tendo utilizado InstantAtlas em outros projectos, a Diabetes UK sentiu que uma ferramenta de mapeamento online seria a melhor maneira de apresentar dados nacionais a  nível local.

    O Começo

    Desenvolver a ferramenta foi relativamente fácil, de acordo com Gavin. Os dados foram recolhidos na Auditoria Nacional para a diabetes e DiabetesE em Inglaterra e País de Gales, e no Inquérito Escocês da Diabetes. “Estas são as maiores e mais completas auditorias referentes à Diabetes,” disse. Os dados são baseados na informação do ano anterior dos primary care trusts de Inglaterra, concelhos de Administração de saúde locais do País de Gales e dos Concelhos de Administração do NHS na Escócia (National Healh Service – equivalente ao SUS no Brasil). Actualmente não existem dados disponíveis para a Irlanda do Norte, mas a equipa está trabalhando para garantir que estes serão devidamente registados no futuro.

    “Iniciámos o processo falando com a equipe de suporte técnico InstantAtlas, explicando que informação queríamos mostrar e como. Eles replicaram com algumas simulações do que pretendíamos e a partir daí foi só um processo de melhoramento,” disse. “Nós não estávamos alterando os dados, somente garantindo que estes podiam ser consultados através de um só lugar e da maneira certa,” diz Gavin.

    De encontro às necessidades

    Para os dados de Inglaterra, a cada um dos 15 cuidados de saúde essenciais foi atribuída uma cor, que mostra se o seu valor corresponde a um desempenho acima dos 75%, entre os 75% e os 25% ou abaixo dos 25%, quando comparados com o valor médio em Inglaterra.

    Gavin continua: “Apesar de a ferramenta não estar destinada a comissários, estes podem ver a informação que é visualizada pelo público na sua área de actuação. Esta transparência vai ajudar comissários e profissionais de saúde a assegurar que os serviços vão de encontro às necessidades locais e, até agora, a reacção tem sido muito positiva.”

    A partir do momento em que a ferramenta foi lançada no final de Dezembro, esta foi acedida mais de 600 vezes, e as reacções individuais dizem que é muito clara e fácil de utilizar. A Diabetes UK está agora a embarcar numa série de actividades para aumentar as funcionalidades da ferramenta, o que inclui a marcação à volta dos 15 cuidados de saúde essenciais.

    Desenvolvimentos Futuros

    A ferramenta online vai ser actualizada para levar em consideração as mudanças na organização dos serviços de saúde, e para que reflicta os dados mais actuais. Por exemplo, em 2013, o novo sistema do NHS em Inglaterra entrará em vigor, e os Primary care trusts serão subsituídos pelos Clinical Commissioning Groups (CCGs).

    “No futuro, esperamos utilizar dados que mostrem  análises de desempenho ao nível das GP Practise (o equivalente aos centros de saúde Brasileiros) à medida que forem estando disponíveis, para que seja possível ver a qualidade do serviço prestado pelo seu centro de saúde,” diz Gavin.

    “Queríamos também ajudar as pessoas a personalizar os seus próprios relatórios e incluir os resultados da auditoria nacional da diabetes infantil.  O nosso próximo passo será olhar para o nível de cuidados prestados pelos hospitais.”

    Beneficios Chave

    • A ferramenta interactiva online está a apoiar o conceito dos 15 cuidados de saúde essenciais e a tornar-se crucial para o sucesso da campanha
    • A ferramenta está a facilitar o feedback aos cuidados de saúde, de uma prespectiva qualitativa – a experiencia do paciente pode ser incluida mais tarde
    • O Diabetes UK vai conseguir interligar este feedback e a experiência com o nível de serviço que é actualmente prestado
    • As pessoas têm respondido bem à ferramenta e esta está a contribuir para o reconhecimento das  actividades do Diabetes UK
     
  • Joana Ferrão 2:54 pm em April 22, 2013 Link Permanente | Resposta  

    Marie Curie Câncer Care 

    Image

    Contexto

     

    Marie Curie Câncer Care é uma instituição de caridade dedicada a dar prioridade aos doentes cancerosos e suas famílias. A origem desta instituição está na Fundação Marie Curie Memorial – uma caridade dedicada a aliviar o sofrimento dos doentes cancerosos. Hoje em dia providencia hospícios para pacientes com câncer, bem como enfermeiras para cuidados domiciliários. Desempenha também um papel importante na educação pública em relação aos sintomas e tratamento do câncer.

     

    A prestação de serviços de saúde é diferente nas quatro nações do Reino Unido (Escócia, Inglaterra, País de Gales e Irlanda do Norte), diferenças estas que também se reflectem na maneira como os cuidados paliativos são disponibilizados. A  Marie Curie Câncer Care sentiu que poderia ajudar comissários de saúde a entender estas variantes, desenvolvendo um atlas interactivo com dados sobre o câncer. Michael Cooke, Director de análise da Instituição disse: “Queriamos utilizar o software de mapas online para reunir um grande espectro de dados sobre os cuidados paliativos no Reino Unido.”

    O Atlas complementa as directrizes em comissionamento de cuidados paliativos estabelecida pelo Instituto Nacional Saúde e Excelência Clínica em 2011, que recomenda que os comissários e os seus parceiros conduzam uma avaliação no que diz respeito às necessiadades locais. 

     

    O Começo

     

    “Dedicámos muito tempo a recolher dados de diversas fontes,” diz Michael. “Cada uma das quatro nações regista e recolhe dados de maneira diferente o que, por si só, representa um desafio. Por exemplo, a maneira como as carências são medidas e registadas pode diferir.”

     

    Uma vez recolhidos todos os dados, uma folha Excel foi criada. “Isto compreendeu à volta de 180 áreas de comissionamento, cada uma com os seus indicadores, o que mostra bem a dimensão do trabalho envolvido,” diz. Encontrar os shapefiles[i] foi simples, e com a ajuda do suporte técnico da InstantAtlas, que Michael descreve como ‘muito útil’, o atlas interactivo foi criado.

     

    Antes de o Atlas ser oficializado foi testado internamente e, uma vez reunido consenso em relação ao design, foi formalmente lançado na Conferência Nacional de Cuidados Paliativos em Outubro de 2012.

     

    De encontro às Necessidades

     

    O Atlas permite aos comissários comparar os cuidados paliativos no Reino Unido em relação a metas nacionais e um conjunto de indicadores chave. Sustenta também a implementação de estratégias regionais e nacionais providenciando informação sobre a população e as suas necessidades em relação a cuidados paliativos. Pode ser utilizada para demonstrar até que ponto as necessidades da população estão a ser satisfeitas e que melhorias positivas estão acontecendo.

     

    “É mais fácil referenciar áreas fazendo comparações com dados locais. Também é mais fácil identificar lacunas na prestação de serviços. Por exemplo, pode-se mostrar onde uma área se posiciona em relação às outras em relação à identificação de pacientes em estado terminal, ou se os pacientes em estado terminal a residir em suas casas estão a receber tratamento adequado no que diz respeito à manutenção da dor.”

     

    De acordo com Michael, o atlas foi bem recebido e consequentemente usado em numerosas apresentações. O atlas foi também referenciado no Health Service Journal como uma referência muito útil para comissários.

     

    Desenvolvimentos Futuros

     

    Há uma discussao aberta sobre a frequência com que o atlas deve ser actualizado e, entretanto, esforços estão a ser canalizados para ajudar os funcionários da Marie Curie a ususfruir correctamente do Atlas. “Vai ser uma ferramenta muito útil para quando tiverem de falar com comissários, porque pode ser usado para mostrar lacunas na prestação de serviços, que é onde o nosso trabalho começa,” diz Michael.

     

    O próximo passo será incorporar dados no nível do Clinical Commissioning Group (CCG) para Inglaterra, o que ainda não esta disponivel.

     

    Image

    Benefícios Chave

     

    • Os utilizadores não têm de ser analistas de dados para compreender um grande espectro de indicadores;
    • Os comissários podem agora ver padrões locais de prestaçao de serviços e produzir relatórios personalizados;
    • A Marie Curie Cancer Care pode mostrar que não só presta serviços mas que também sabe o que fazer com informação relevante;
    • A comparação entre as quatro naçõs do Reino Unido revelou tendências que não tinham sido identificadas anteriormente.

     

     


    [i] Shapefile é um formato popular de arquivo contendo dados geoespacials em forma de vetor usado por Sistemas de Informações Geográficas também conhecidos como SIG.

     

     
  • Joana Ferrão 11:07 am em March 25, 2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: , Bem-estar da comunidade, , , Economia e desenvolvimento, Habitação, LIS, , , Meio Ambiente, População, Serviços sociais e de saúde, , Sistema de Informação Local, Transporte e Circulação   

    Sistema de Informação Local do Município de Richmond upon Thames, em Londres 

    LBRUT

    Contexto

    O Município de Richmond upon Thames, no sudoeste de Londres trabalha em parceria com varias organizações, incluindo: Children and Young People’s Trust,  Health and Wellbeing BoardHounslow and Richmond Community Healthcare NHS Trust e a Polícia. Recentemente, decidiu  garantir a todos os parceiros  acesso a uma base central e consistente de informação, para que pudessem ter um conhecimento mais específico das necessidades do Município.

    O Começo

    Liz Harrison, Administradora de Informação, diz que desenvolver um Sistema de Informação Local está relacionado ao desejo de se tornar um organismo de comisionamento. “Para fazer isso correctamente, você necessita de ter acesso a um grande número de informação,” diz. “Tambem queriamos garantir que os residentes que mostrassem interesse, tivessem aqui um recurso de informação útil.”

    Liz foi contratada para liderar esse projecto específico e a sua primeira função foi analisar quais seriam as opções em termos de desenvolvimento e alojamento do sistema. “Dediquei muito tempo revisando outros sistemas e no final decidimos que este, de pronta entrega, seria o melhor.”

    O Município abriu concurso e um dos critérios mais importantes foi que a manutenção do site fosse assegurada quando este começasse a funcionar; o Município queria garantir que isto não exigisse muitos recursos.

    “Rapidez era também uma questão importante para nós: queríamos um sistema que pudesse ser implementado prontamente,” diz Liz.

    InstantAtlas foi o fornecedor escolhido e Liz começou a trabalhar com a equipa de suporte para desenvolver o sistema. Ela sabia desde o início que o objetivo era apresentar os dados sob uma abordagem temática, e assim como dados de parceiros locais, a administração do projecto decidiu utilizar OCSI Data Packs. “Isso permitiu ter dados disponiveis de imediato, o que com sorte, encorajaria os parceiros a fornecer mais.”

    Para além dos dados dos censos, foram também incluídos dados dos Serviços Infantis e dados do Primary Care Trust (such as general practice Quality and Outcomes data).

    “Quanto à velocidade, conseguimos colocar o DataRich (nome do portal) a funcionar muito rapidamente. Recebemos a aprovação para ir em frente em Abril de 2012 e a aquisição foi feita no início do verão. O portal estava pronto e operacional em Novembro,” diz Liz.”Tivemos uma fase de teste inicial onde convidámos membros da equipa principal a nos dar feedback; eles se mostraram muito entusiasmados com o que tínhamos desenvolvido.”

    De encontro às necessidades

    DataRich apresenta informação sob um diverso espectro de temas, que incluem:

    • População
    • Economia e desenvolvimento
    • Serviços sociais e de saúde
    • Transporte e Circulação
    • Crime
    • Bem-estar da comunidade
    • Habitação
    • Meio Ambiente

    Liz explica que muitos dos esforços foram direccionados para a comunicação do lançamento do novo sistema de informação, especialmente junto dos colaboradores. Apresentações, correspondência e um comunicado de imprensa fizeram parte deste plano. Liz nos disse: “Agora, o nosso objectivo é alargá-lo a uma audiência mais vasta, com seminários para o sector voluntário, destinados a ajudar as organizações a compreender o portal e no que pode ser utilizado.”

    No lançamento, Tony Arbour exprimiu o seu apoio: “O portal Data Rich é a mais completa fonte de informação existente sobre Richmond upon Thames e os seus habitantes. É uma excelente e útil fonte de factos e números  que ajudam em relatórios escritos e apresentações, no planeamento informado, na preparação de pedidos de financiamento ou a suportar causas e avaliações. O portal pode também ser utilizado por estudantes, académicos ou empresas que pensam em se relocar no nosso Município e querem mais informação acerca do futuro cliente. As possibilidades são infinitas.”

    Datarich

    Desenvolvimentos futuros

    De acordo com Lis, o Sistema de Informação Local provocou discussão acerca da maneira como a análise do Município irá funcionar no futuro. Os analistas foram essenciais para o desenvolvimento do portal e a Liz espera que eles consigam levar o Sistema de Informação Local bem longe. Há também potencial para uma melhor cooperação entre outros Municípios, uma vez que o número de serviços partilhados continua aumentando.

    Benefícios Chave

    • Os funcionários do Município podem direccionar todas as questões individuais a um único repositório de informação
    • Os analistas do concelho estão gastando menos tempo a responder a questões repetitivas e podem gastá-lo ocupando-se de questões mais complexas
    • O Sistema de Informação Local está a encorajar analistas de diferentes departamentos a trabalhar juntos
    • O Sistema de Informação Local está a melhorar a circulação de informação através do concelho e é um recurso valioso no que toca ao  Joint Strategic Needs Assessment
    • O Sistema de Informação conduziu a um renascimento do sistema de SIG, que está a ser utilizado para analisar assuntos mais complexos uma vez identificados por individuais utilizando o sistema
     
  • Joana Ferrão 2:18 pm em March 7, 2013 Link Permanente | Resposta
    Tags: Health Service Journal, National Health Service,   

    Como o conceituado ‘Health Service Journal’ do Reino Unido está utilizando um software online de mapeamento 

    HSJ

    Introdução

    O Health Service Journal (HSJ) é a publicação mais lida por administradores do sector da saúde do Reino Unido. É uma publicação muito conceituada e foi premiada com o premio Publicação Médica do Ano 2012. A equipa editorial está sempre à procura de maneiras que ajudem a aumentar o tráfego no website. Uma delas, foi a criação de um Centro de Recursos, que ajuda os leitores a encontrar respostas e orientação em relação a um vasto número de tópicos. No seguimento das alterações na estrutura do Serviço Nacional de Saúde (National Health Service, em inglês) em Inglaterra, o HSJ sentiu que devia disponibilizar um mapa interactivo sobre os novos Grupos Comissionamento Clínico.

    Como tudo começou

    Dave West, repórter sénior, diz: “É crucial que o HSJ dê aos seus leitores informação exclusiva, que os ajude a compreender e interagir com o National Health Service (NHS).”

    Dave e a equipa utilizaram séries de dados, alguns dos quais recolhidos inteiramente pelo HSJ, tais como os nomes dos líderes do Grupos Comissionamento Clínico. “Também utilizámos informação dos orçamentos dos Grupos Comissionamento Clínico, que foram calculados utilizando números oficiais do governo, e dados sobre a qualidade do serviço e do Centro de Informação do NHS,” disse.

    Dave e a equipa trabalharam em conjunto com a equipa de suporte da InstantAtlas. “ Como jornalistas, não estamos familiares com software de mapas; eles nos ajudaram a construir o mapa Grupos Comissionamento Clínico, baseado nas informações que tínhamos, e nos guiaram através das abordagens possíveis.”

    De encontro às necessidades

    O Atlas do HSJ foi lançado no Outono de 2012 e  tornou-se rapidamente num dos artigos mais populares do website. No final do ano já se tinha tornado uma das dez páginas mais lidas.

    Grupos Comissionamento Clínico

    Desenvolvimentos Futuros

    Dave diz que a equipa tenciona manter os dados dos mapas actualizados e fazê-lo ao mesmo tempo que as organizações no sistema mudam. Dave diz: “Queria também estreitar a relação das organizações com outro conteúdo do HSJ acerca do sistema de comissionamento. Seria também interessante ver como os utilizadores querem, por exemplo, a funcionalidade de comparar esse conteúdo com outros indicadores do NHS.”

     Benefícios chave

    • O Atlas interactivo  Grupos Comissionamento Clínico está a atrair muito tráfego ao website do HSJ
    • A interface do utilizador, para diferentes regiões, e fácil de compreender e manipular
    • Actualizar o atlas dos Grupos Comissionamento Clínico com novos dados à medida que vão surgindo, é mais fácil que nunca

     

     
  • Joana Ferrão 3:00 pm em October 2, 2012 Link Permanente | Resposta
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    Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar Finlandês 

    Contexto

    O Instituto Nacional de Saúde e Bem-Estar Finlandês é um Instituto de pesquisa e desenvolvimento que trabalha sob a alçada do Ministro Finlandês da Saúde e Assuntos Sociais. O Instituto serve a sociedade em geral, a comunidade científica e os decisores do governo central e dos municípios. O seu objectivo é promover a saúde e o bem-estar na Finlândia. Dentro do Instituto, há um departamento de Saúde, Capacidade Funcional e Bem-Estar. O seu trabalho centra-se nos mais importantes assuntos de saúde pública, os seus determinantes, e em monitorizar a saúde da população e seus subgrupos.

    O departamento conduz trabalho de pesquisa e desenvolvimento com um quadro de parceiros colaborativos para promover a saúde e a capacidade funcional dos finlandeses, e para destacar a monitorização da saúde entre subgrupos da população a um nível local. O departamento fornece dados que ajudam a preencher lacunas de informação em saúde, capacidade funcional e bem-estar, bem como informação nos determinantes que a influenciam. A principal lacuna de informação foi identificada como sendo a monitorização local desses determinantes em adultos. A monitorização da saúde infantil também é uma área onde mais informação é necessária.

    O começo

    Falamos com Risto Kaikkonen, responsável pelo projecto, sobre a apresentação de dados e o seu papel em ajudar a explicar tendências na saúde a uma audiência mais vasta. De acordo com Risto, o ímpeto foi a necessidade de os decisores  terem um melhor entendimento dos dados a um nível geográfico mais baixo – áreas geográficas menores que regiões. “Tínhamos informação relevante sobre a Finlândia e as suas regiões, mas não a um nível mais local. Dados retirados de um questionário feito em relação ao estilo de vida e experiências pessoais dos cidadãos não estavam disponíveis a um nível local ou até regional. Monitorização de saúde a um nível local com a possibilidade de seguir as tendências entre os subgrupos populacionais é necessária. Isto faz parte das responsabilidades oficiais para com as municipalidades Finlandesas,” diz Risto.

    “Com InstantAtlas temos sido capazes de combinar cinco ou seis fontes diferentes de dados com intervalos de confiança requeridos, que não seriamos capazes de obter com outro sistema de reporte. O que também é muito útil é a possibilidade de apresentar resultados com reportes de perfil. A mais-valia dos reportes de perfil é que agora podemos incluir sub grupos na monitorização. Isto é especialmente útil quando temos de combinar dados numa categoria sócio económica.”

    De encontro às necessidades

    O departamento tem a função chave de desenvolver sistemas que monitorizem desigualdades na saúde. Isto envolve a recolha de questionários a  nível local e registar os dados que incluem categorias sócio económicas e divulgar os resultados. Para preencher a lacuna em informação com relação aos adultos, o departamento lançou um novo Estudo Regional de Saúde e Bem-Estar (em inglês: Regional Health and Well-Being Study (ATH). Risto é o investigador responsável pelo Estudo e diz que a visualização de dados permitiu à equipa dispender mais tempo na compreensão de tendências do que em pesquisas académicas. “Metade do nosso tempo pode agora ser gasto a compreender tendências e fazendo análises posteriores. Para alem disso, responsáveis podem agora tomar melhores decisões baseadas no que os reportes interactivos mostram.”

    A reacção dos usuários foi muito positiva e a possibilidade de aprofundar os dados tem sido muito bem recebida. Risto nos disse que os investigadores estão muito satisfeitos porque agora podem produzir reportes em pouco tempo, uma vez que os resultados podem ser consultados com muita rapidez.

    Desenvolvimentos Futuros

    Risto espera poder incluir mais detalhes e reportes feitos à medida. No futuro, mais tendências podem ser adicionadas com comentários, para fornecer um melhor entendimento dos resultados. O objectivo é incluir nos reportes mais informação descritiva na relevância e interpretação de resultados. “Os números necessitam de explicações”, diz Rito.

    “Olhamos para isto como um recurso que podemos desenvolver. Por isso, esperamos que no futuro, mais conjuntos de dados possam ser incluídos. Provavelmente, seremos capazes de produzir relatórios mostrando como os recursos estão sendo utilizados – o que vai ser muito útil para organismos de financiamento,” diz.

    Benefícios Chave

    -       A visualização de dados está a poupar tempo ao departamento, que pode agora ser gasto em análises;

    -       Responsáveis podem agora basear suas decisões em informação detalhada, referente a  níveis geográficos mais baixos;

    -       Um largo número de usuários tem agora acesso a informação sobre saúde e desigualdades sócio económicas, a um nível local;

    -       Comparações entre áreas geográficas diferentes são agora muito mais fáceis de fazer que antes;

    -       Os reportes são flexíveis e podem ser apresentados de  maneiras diferentes– para se adaptarem a diferentes audiências.

     
  • Joana Ferrão 3:00 pm em September 17, 2012 Link Permanente | Resposta
    Tags: , estatísticas do mercado de trabalho, , Jogos Olímpicos de Londres, ,   

    Observatório de Emprego e Competências de Londres 

    Contexto

    O Centro para a Inclusão Económica e Social (em inglês: Centre for Economic and Social Inclusion –CESI) é uma empresa sem fins lucrativos pioneira no Reino Unido, dedicada a lidar com a desigualdade e promovendo a inclusão social no mercado de trabalho. O Centro está envolvido numa série de iniciativas, desde o facultamento de treinamento e eventos até à colecta e análise das estatísticas do mercado de trabalho no Reino Unido.

    Um dos projectos tem sido o envolvimento com o Observatório de Emprego e Competências de Londres. O Observatório objectiva fornecer um serviço único, dedicado a usuários que estejam buscando informação em competências e emprego em Londres. Também tem como meta identificar informação e investigar lacunas, sugerindo como estas podem ser solucionadas.

    Tendo ganho o concurso para estabelecer o Observatório, o CESI começou a olhar para maneiras de cumprir um dos seus principais objectivos – apresentar um grande volume de dados num formato que pudesse ser facilmente compreendido por um grande espectro de usuários. Ao mesmo tempo, o contrato não estipulava se isto deveria ser feito através de mapas ou outras ferramentas.

    O começo

    O estatístico sénior de mercado de trabalho, Lovedeep Vaid, explica que a equipa no CESI sentiu que a melhor maneira de apresentar os dados seria através de mapas. Analisaram algumas opções, incluindo InstantAtlas e, depois de revistas, decidiram que InstantAtlas era a mais apropriada para as suas necessidades. “O facto de que não precisaríamos de um especialista em Sistemas de Informação Geográfica nos agradou,” diz Lovedeep.

    Os dados que o CESI queria incluir, abrangiam informação relativa aos subsídios de desemprego, por idade do requerente e duração do benefício, bem como da população anual e emprego. No final, tinham cerca de 70 indicadores e, em alguns casos, os dados retrocediam a 2008/9.

    Lovedeep diz que uma vez acostumados a programar a planilha de Excel que estava ligada à visualização de dados, concluiu que podia ser utilizada em qualquer departamento do Observatório.

    De encontro às necessidades

    O comissionamento do Observatório foi inicialmente concedido à Agência de Desenvolvimento de Londres (em inglês: London Development Agency – LDA) cujo trabalho é agora levado a cabo pela Autoridade da Grande Londres. Quando o Observatório se tornou operacional, a equipe do CESI mostrou o trabalho a ADL. Lovedeep nos diz que eles adoraram a interactividade e se mostraram muito satisfeitos pelo facto de que o seu objectivo de tornar publica uma grande quantidade de informação a um grande espectro de usuários fora cumprido.

    Mais recentemente, o Observatório tem sido particularmente prestativo para planeadores estratégicos envolvidos nos Jogos Olímpicos de Londres. O CESI  tem utilizado InstantAtlas para agregar dados para os distritos Olímpicos.  Isto dá aos planeadores detalhes dos distritos Olímpicos e tem ajudado a modelar o impacto que os jogos terão.

    Lovedeep diz que os principais usuários do Observatório, a um nível distrital, são de facto aqueles que possuem um conhecimento técnico de como os dados funcionam, tais como investigadores. Contudo, os responsáveis de departamentos e directores também o estão utilizando, e é por isso que é tão importante que os dados sejam fáceis de questionar e interpretar.

    Desenvolvimentos Futuros

    Reduções orçamentais na Autoridade da Grande Londres criaram um grau considerável de incerteza. O CESI está à espera de saber se o contrato vai ser renovado. Entretanto, está-se preparando para reduzir o número de indicadores para tornar o Observatório ainda mais fácil de utilizar.

    Benefícios Chave

    • O CESI considera que tem sido fácil actualizar os numerosos dados envolvidos utilizando um sistema que importa os mesmos do NOMIS
    • As actualizações instantâneas têm permitido libertar recursos para trabalhar em outras áreas do Observatórios
    • Usuários sem competências técnicas são capazes de questionar os dados e exportar o resultado de suas pesquisas em apresentações e relatórios.
    • O Observatório combina um número de dados complexos referentes a 33 distritos londrinos e lhes permite serem apresentados num espaço fronteiriço pré definido (por exemplo, distritos Olímpicos)
     
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